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	<title>Alexandre Lindoso ON LINE</title>
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	<description>Reflexões sobre o mundo jurídico</description>
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		<title>Alexandre Lindoso ON LINE</title>
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		<title>Assédio moral pode gerar acidente de trabalho</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2011/05/02/assedio-moral-pode-gerar-acidente-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 18:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Moral]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira será comemorado o Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral Trabalhadores que sofrem pressão, intimidação ou humilhação no ambiente de trabalho podem estar expostos ao assédio moral. Em resposta à prática constante de perseguição dos patrões, será comemorado nesta segunda-feira (2) o Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral. Nos casos mais graves, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=191&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>Nesta segunda-feira será comemorado o Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Trabalhadores que sofrem pressão, intimidação ou humilhação no ambiente de trabalho podem estar expostos ao assédio moral. Em resposta à prática constante de perseguição dos patrões, será comemorado nesta segunda-feira (2) o Dia Mundial de Combate ao Assédio Moral. Nos casos mais graves, a Previdência Social reconhece os danos psicológicos e emocionais sofridos pelo trabalhador como acidente de trabalho. Por isso, tramita na Câmara o Projeto de Lei nº 7.202/2010, que inclui o assédio moral entre os tipos de acidentes de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">O advogado trabalhista Alexandre Lindoso explica que o assédio moral é praticado de forma constante na maioria das vezes pelo patrão ou superior hierárquico da vítima. O objetivo é provocar a desestabilização emocional do trabalhador por meio de condutas abusivas que podem envolver desde ameaças veladas e a utilização de comunicação não verbal como suspiros, erguer os ombros, ignorar o trabalhador, ou trocar olhares de desprezo.</p>
<p style="text-align:justify;">O assédio também pode se dar pela violência verbal ou mesmo física como gritos, xingamentos, piadas chulas e até mesmo ofensas de natureza sexual. Esvaziar as atividades do profissional, impor metas impossíveis de serem atingidas ou tarefas degradantes ou abaixo da qualificação do trabalhador também configuram algumas das formas de assédio no trabalho. &#8220;Um ato isolado não pode ser rotulado de assédio moral, embora se exija uma conduta repetida por parte do assediador não há um período de tempo mínimo para que se configure o assédio. Os casos são examinados separadamente&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Alexandre, a agressão dentro do ambiente de trabalho pode ocorrer por parte de qualquer empregado. Ela pode ser praticada tanto de maneira vertical, por um colega de trabalho de hierarquia superior ou inferior ao da vítima, como de forma horizontal, por alguém da mesma hierarquia do assediado. “O assédio moral pode ainda ser misto, quando envolve relações hierárquicas verticais e horizontais simultâneas”, diz. “E em qualquer caso é o empregador quem deverá responder perante o Judiciário pela agressão”, alerta.</p>
<p style="text-align:justify;"> Falar mal do trabalhador mesmo fora do ambiente de trabalho para terceiros também configura assédio moral. Entre as condutas que caracterizam a agressão nesses casos destacam-se rumores depreciadores espalhados com a intenção de diminuir a reputação profissional do trabalhador.</p>
<p style="text-align:justify;"> A psicóloga Ellen Dejanni explica que este tipo de violência afeta não só a saúde física e mental do trabalhador, como também as relações afetivas e sociais da vítima. Dentre os inúmeros casos que Ellen recebe em seu consultório, a especialista destaca o caso de uma funcionária de Call Center que sofria assédio por não conseguir atingir determinadas metas da empresa e, por isso, era obrigada a cumprir tarefas desnecessárias como forma de exemplo de punição aos demais funcionários. &#8220;Essa paciente fez uma terapia intensa e sofrida com uma forte interferência no seu biopsicossocial&#8221;, conta. &#8220;O assédio moral pode inibir a motivação e reduzir a produtividade do funcionário, propiciando o adoecimento psíquico e gerar inúmeras sequelas fisicas e emocionais como crises recorrente de choro , medo, absenteismo, ansiedade, alteração de humor, sentimento de inferioridade, esquiva, agressividade ou isolamento&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Acidente de trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> Nos casos mais graves, o assediado chega a desenvolver síndrome do pânico gerado por momentos de estresse elevado ou o convívio diário com situações difíceis ou de constante punição, de acordo com a especialista.</p>
<p style="text-align:justify;">O advogado ressalta que quando o trabalhador, no exercício de suas atividades, sofre um dano em que perde a capacidade de realizar o trabalho, seja de forma temporária ou permanente, fica configurado o acidente de trabalho. &#8220;A legislação também considera acidente de trabalho as chamadas doenças do trabalho, que são aquelas adquiridas ou desencadeadas em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Se do assédio moral o trabalhador adquirir doenças como a depressão, estará configurado o acidente&#8221;, alerta.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalhador ofendido terá direito a indenização tanto por dano moral quanto por dano material. A vítima também poderá exigir na Justiça o rompimento da relação de emprego por justa causa praticada pelo empregador, por meio da rescisão indireta do contrato de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ingressar na Justiça, a vítima deve procurar apoio jurídico ou do sindicato da categoria para reclamar direitos como o ressarcimento com os gastos com tratamento e compra de remédios e também reparo do dano moral decorrente do sofrimento a que o trabalhador foi submetido.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Ellen, as empresas devem propiciar e garantir um ambiente de trabalho saudável e harmonioso para que o trabalhador tenha sua integridade física e emocional protegidas, além de mais qualidade de vida e disposição para exercer suas funções. &#8220;Deve haver um trabalho de conscientização no quadro de funcionários para inibir situações dessa ordem com o apoio de equipe interna como os Recursos Humanos ativo ou a empresa passar por consultoria ou uma pesquisa de clima organizacional. Ainda não descarto que deve haver um apoio psicológico para amenizar efeitos prejudiciais à saúde do funcionário ou até mesmo do adoecimento da empresa pela alta rotatividade de funcionários&#8221;, avalia.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Media House Comunicação &amp; Marketing (61) 3541 5200</p>
<p style="text-align:justify;">Serviço: De Negri &amp; Lindoso Advogados Associados (61) 3224 5725 e (61) 3224 5715</p>
<p style="text-align:justify;">Ellen Dejanni (psicóloga) ellenpsi2005@yahoo.com.br</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito-do-trabalho/'>Direito do Trabalho</a> Tagged: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/assedio-moral/'>Assédio Moral</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/191/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=191&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>TST: SDI-1 decide sobre estabilidade de dirigente sindical</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 15:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Dirigente sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Garantia de emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se de caso emblemático recentemente decidido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em que nosso Escritório teve a oportunidade de atuar na defesa do dirigente sindical. Na ocasião, o TST assegurou a estabilidade ao dirigente, com fundamento no fato de que se tratava de um sindicato produto de desmembramento por segmentação de parte específica da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=184&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://alexandresl.wordpress.com/2011/03/01/tst-sdi-1-decide-sobre-estabilidade-de-dirigente-sindical/"><img src="http://img.youtube.com/vi/YQxGPd8C6kI/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Trata-se de caso emblemático recentemente decidido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em que nosso Escritório teve a oportunidade de atuar na defesa do dirigente sindical.</p>
<p>Na ocasião, o TST assegurou a estabilidade ao dirigente, com fundamento no fato de que se tratava de um sindicato produto de desmembramento por segmentação de parte específica da categoria profissional e que a eleição da primeira diretoria da entidade deu-se no curso da própria assembléia em que  se deliberou pela sua criação. Presente essa peculiar circunstância, o Tribunal concluiu pela inaplicabilidade do item I da Súmula nº 369/TST, vazado nos seguintes termos: ﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿&#8221;<em>﻿É indispensável a comunicação, pela entidade ao empregador, na forma do § 5º do art. 543 da CLT</em>&#8220;.</p>
<p>E, de fato, o mencionado § 5º do art. 543 da CLT assevera que, com vistas à aquisição da garantia de emprego, ﻿﻿﻿﻿&#8221;<em>a entidade sindical comunicará por escrito à empresa, dentro de 24 (vinte e quatro) horas, o dia e a hora do registro da candidatura do seu empregado e, em igual prazo, sua eleição e posse, fornecendo, outrossim, a este, comprovante no mesmo sentido</em>&#8220;.</p>
<p>Sucede que, no caso, era impossível efetuar-se a comunicação do registro da candidatura, dado que a criação da entidade sindical e a eleição de sua primeira diretoria foram simultâneas. Não obstante, a eleição do dirigente foi comunicada à empresa, que o demitiu mesmo assim, um dia após tomar conhecimento do fato.</p>
<p>Vê-se, pois, que há algumas impropriedades na descrição do caso pela reportagem. O precedente, entretanto, constitui inegável resposta do Tribunal Superior do Trabalho na defesa das garantias constitucionais de proteção à atividade sindical.</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito/'>Direito</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito-do-trabalho/'>Direito do Trabalho</a> Tagged: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/dirigente-sindical/'>Dirigente sindical</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/garantia-de-emprego/'>Garantia de emprego</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/184/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/184/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=184&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Legislação publicada: MEDIDA PROVISÓRIA Nº 525, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2011.</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2011/02/15/legislacao-publicada-medida-provisoria-n%c2%ba-525-de-14-de-fevereiro-de-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 11:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Contratação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[Medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades públicas federais]]></category>

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		<description><![CDATA[MEDIDA PROVISÓRIA Nº 525, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2011 Altera a Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, no tocante à contratação de professores. A Presidenta da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1º A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=180&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong><span id="tx">MEDIDA PROVISÓRIA Nº 525, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2011</span></strong></p>
</div>
<p><span id="tx1"><em>Altera a Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, no tocante à contratação de professores.</em></p>
<p><strong>A Presidenta da República</strong>, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:</p>
<p>Art. 1º A Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, passa a vigorar com as seguinte alterações:</p>
<blockquote><p>&#8220;Art. 2º &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>X &#8211; admissão de professor para suprir demandas decorrentes da expansão das instituições federais de ensino, respeitados os limites e as condições fixados em ato conjunto dos Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Educação.</p>
<p>§ 1º A contratação de professor substituto de que trata o inciso IV do caput poderá ocorrer para suprir a falta de professor efetivo em razão de:</p>
<p>I &#8211; vacância do cargo;</p>
<p>II &#8211; afastamento ou licença, na forma do regulamento; ou</p>
<p>III &#8211; nomeação para ocupar cargo de direção de reitor, vice-reitor, pró-reitor e diretor de campus.</p>
<p>§ 2º O número total de professores de que trata o inciso IV do caput não poderá ultrapassar vinte por cento do total de docentes efetivos em exercício na instituição federal de ensino.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8221; (NR)</p>
<p>&#8220;Art. 4º &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>II &#8211; um ano, no caso dos incisos III, IV, das alíneas &#8220;d&#8221; e &#8220;f&#8221; do inciso VI e do inciso X do caput do art. 2º;</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Parágrafo único. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>I &#8211; nos casos dos incisos III, IV, VI, alíneas &#8220;b&#8221;, &#8220;d&#8221; e &#8220;f&#8221;, e X do caput do art. 2º, desde que o prazo total não exceda a dois anos;</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8221; (NR)</p>
<p>&#8220;Art. 7º &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>I &#8211; nos casos dos incisos IV e X do art. 2º, em importância não superior ao valor da remuneração fixada para os servidores de final de carreira das mesmas categorias, nos planos de retribuição ou nos quadros de cargos e salários do órgão ou entidade contratante;</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8221; (NR)</p></blockquote>
<p>Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>Brasília, 14 de fevereiro de 2011; 190º da Independência e 123º da República.</p>
<p>DILMA ROUSSEFF</p>
<p>Fernando Haddad</p>
<p>Miriam Belchior</p>
<p></span></p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/administracao-publica/'>Administração Pública</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/legislacao/'>Legislação</a> Tagged: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/contratacao-de-professores/'>Contratação de professores</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/medida-provisoria/'>Medida provisória</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/universidades-publicas-federais/'>Universidades públicas federais</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=180&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A SUSPENSÃO DAS NOMEAÇÕES DOS APROVADOS EM CONCURSO E A LESÃO A DIREITO ADQUIRIDO</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2011/02/10/a-suspensao-das-nomeacoes-dos-aprovados-em-concurso-e-a-lesao-a-direito-adquirido/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 19:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Público]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Administrativo]]></category>
		<category><![CDATA[Nomeação]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme noticiado na imprensa, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, anunciou que estão suspensas todas as nomeações dos aprovados em concursos públicos federais. Trata-se de medida integrante do pacote de ajuste dos gastos do governo. O Supremo Tribunal Federal, contudo, conforme se verifica do julgamento abaixo reproduzido, decidiu que os candidatos aprovados em concurso são [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=175&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme noticiado na imprensa, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, anunciou que estão suspensas todas as nomeações dos aprovados em concursos públicos federais. Trata-se de medida integrante do pacote de ajuste dos gastos do governo.</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal, contudo, conforme se verifica do julgamento abaixo reproduzido, decidiu que os candidatos aprovados em concurso são detentores do direito subjetivo à nomeação e posse nos cargos vagos existentes ou nos que vierem a vagar no prazo de validade do concurso.</p>
<blockquote><p>“EMENTA: DIREITOS CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. NOMEAÇÃO DE APROVADOS EM CONCURSO PÚBLICO. EXISTÊNCIA DE VAGAS PARA CARGO PÚBLICO COM LISTA DE APROVADOS EM CONCURSO VIGENTE: DIREITO ADQUIRIDO E EXPECTATIVA DE DIREITO. DIREITO SUBJETIVO À NOMEAÇÃO. RECUSA DA ADMINISTRAÇÃO EM PROVER CARGOS VAGOS: NECESSIDADE DE MOTIVAÇÃO. ARTIGOS 37, INCISOS II E IV, DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. 1. Os candidatos aprovados em concurso público têm direito subjetivo à nomeação para a posse que vier a ser dada nos cargos vagos existentes ou nos que vierem a vagar no prazo de validade do concurso. 2. A recusa da Administração Pública em prover cargos vagos quando existentes candidatos aprovados em concurso público deve ser motivada, e esta motivação é suscetível de apreciação pelo Poder Judiciário. 3. Recurso extraordinário ao qual se nega provimento.” (Processo nº STF-RE-227.480/RJ. 1ª Turma. Relator p/ acórdão: Min. Cármen Lúcia. Divulgado no DJe de 20/8/2009).</p></blockquote>
<p>Com isso, abre-se a oportunidade de os candidatos já aprovados questionarem judicialmente a determinação governamental.</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/administracao-publica/'>Administração Pública</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito/'>Direito</a> Tagged: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/concurso-publico/'>Concurso Público</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/direito-administrativo/'>Direito Administrativo</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/nomeacao/'>Nomeação</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/suspensao/'>Suspensão</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/175/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=175&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STF apreciará &#8220;relativização&#8221; da coisa julgada em investigação de paternidade</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/21/stf-apreciara-relativizacao-da-coisa-julgada-em-investigacao-de-paternidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 19:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Coisa julgada]]></category>
		<category><![CDATA[Exame de DNA]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação de paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relativização]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontra-se na pauta no Supremo Tribunal Federal, com previsão de julgamento para o dia 25/11/2010, o Recurso Extraordinário 363.889/DF, cujo objeto consiste em saber se ofende o princípio da razoabilidade o acolhimento de preliminar de coisa julgada, para extinguir nova ação de investigação de paternidade proposta em razão da posterior viabilidade de realização do exame [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=172&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontra-se na pauta no Supremo Tribunal Federal, com previsão de julgamento para o dia 25/11/2010, o Recurso Extraordinário 363.889/DF, cujo objeto consiste em saber se ofende o princípio da razoabilidade o acolhimento de preliminar de coisa julgada, para extinguir nova ação de investigação de paternidade proposta em razão da posterior viabilidade de realização do exame de DNA.</p>
<p>O recurso extraordinário foi interposto contra acórdão proferido pelo TJDFT que acolheu preliminar de coisa julgada e deu provimento a agravo de instrumento para extinguir nova ação de investigação de paternidade proposta em razão da viabilidade de realização do exame de DNA.</p>
<p>Esclarecem os recorrentes que Diego Goiá Schumaltz, representado por sua genitora, ingressou com ação de investigação de paternidade, cumulada com alimentos, que foi julgada improcedente, por insuficiência de provas. Afirmam que à época o recorrente não tinha condições financeiras de custear o exame de DNA. Com a promulgação da Lei Distrital nº 1097/96, o Poder Público passou a custear o referido exame e foi ajuizada nova ação.</p>
<p>O TJDFT deu provimento a agravo de instrumento para acolher a preliminar de coisa julgada, suscitada na contestação e rejeitada pelo Juízo da 6ª Vara de Família.</p>
<p>No recurso extraordinário, os recorrentes sustentam contrariedade aos arts. 5º, inc. XXXVI e 227, caput, § 6º, da Constituição Federal, ao argumento de que o primeiro processo extinto não declarou nem negou a paternidade, já que as provas apresentadas não eram concludentes em relação a nenhuma das partes, e por isso não teria ocorrido a coisa julgada. Afirmam que o art. 227, § 6º, da CF, garante o direito à filiação que, em caso de conflito com a garantia da coisa julgada, deve ter preferência, em função dos princípios da instrumentalidade e da razoabilidade.</p>
<p>Fonte das informações: STF</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito/'>Direito</a> Tagged: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/coisa-julgada/'>Coisa julgada</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/exame-de-dna/'>Exame de DNA</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/investigacao-de-paternidade/'>Investigação de paternidade</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/relativizacao/'>Relativização</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/172/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=172&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A responsabilidade trabalhista subsidiária da Administração Pública em pauta no STF</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/21/a-responsabiliade-trabalhista-subsidiaria-da-administracao-publica-em-pauta-no-stf/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 19:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade subsidiária]]></category>

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		<description><![CDATA[A Súmula 331, item IV, do TST estabelece que: IV &#8211; O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=166&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Súmula 331, item IV, do TST estabelece que:</p>
<blockquote><p>IV &#8211; O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art. 71 da Lei nº 8.666, de 21.06.1993).</p></blockquote>
<p>A orientação estratificada no verbete sumular vai textualmente de encontro ao que dispõe o artigo 71 da Lei 8.666/93:</p>
<blockquote><p>Art. 71.  O contratado é responsável pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato.<br />
§ 1o  A inadimplência do contratado, com referência aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem poderá onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o Registro de Imóveis.</p></blockquote>
<p>Presente essa circunstância, foi ajuizada pelo Governador do Distrito Federal a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) nº 16, sob o fundamento de que o Tribunal Superior do Trabalho diuturnamente nega vigência ao comando normativo expresso no artigo 71, § 1º da Lei Federal nº 8.666/1993. Alega que o TST fez editar enunciado de súmula da jurisprudência dominante, em entendimento diametralmente oposto ao da norma transcrita, responsabilizando subsidiariamente tanto a Administração Direta quanto a indireta em relação aos débitos trabalhistas, quando atuar como contratante de qualquer serviço de terceiro especializado.</p>
<p>A ADC vem ancorada nos princípios da legalidade, da liberdade, da ampla acessibilidade nas licitações públicas e ao princípio da responsabilidade do Estado, estampados nos arts. 5º, II e 37, caput, inc. XXI e  § 6º da Constituição. Fundamenta-se, ainda, na alegação de que são inúmeras as decisões conflitantes sobre o tema no Judiciário brasileiro, havendo, por essa razão, relevante controvérsia instaurada.</p>
<p>Esse é o tema que será apreciado na próxima quarta-feira (24/11/2010) pelo Supremo Tribunal Federal, com a inclusão da ADC 16 na pauta de julgamento do Plenário daquela Corte.</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/administracao-publica/'>Administração Pública</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito-do-trabalho/'>Direito do Trabalho</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/responsabilidade-subsidiaria/'>Responsabilidade subsidiária</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/166/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/166/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=166&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Tribunal Pleno decide incorporar OJ nº 293 da SDI-1 na Súmula 353 do TST</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/18/tribunal-pleno-decide-incorporar-oj-n%c2%ba-293-da-sdi-1-na-sumula-353-do-tst/</link>
		<comments>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/18/tribunal-pleno-decide-incorporar-oj-n%c2%ba-293-da-sdi-1-na-sumula-353-do-tst/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 12:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Em sessão realizada ontem (16/11), o Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, por unanimidade, cancelar a Orientação Jurisprudencial nº 293 da SDI-1 e convertê-la no item “f” da Súmula nº 353 do TST. A alteração atendeu proposta da Comissão de Jurisprudência do TST. Houve, ainda, alteração da referência legal: em vez do $ [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=163&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;">Em sessão realizada ontem (16/11), o Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, por unanimidade, cancelar a Orientação Jurisprudencial nº 293 da SDI-1 e convertê-la no item “f” da Súmula nº 353 do TST. A alteração atendeu proposta da Comissão de Jurisprudência do TST.</p>
<p>Houve, ainda, alteração da referência legal: em vez do $ 1º de art. 557 do CPC (que trata de denegação do seguimento de recurso), passou para § 1º &#8211; A do mesmo artigo (que trata do provimento do recurso por despacho).</p>
<p>A OJ cancelada tem a seguinte redação:</p>
<p>“EMBARGOS À SDI CONTRA DECISÃO DE TURMA DO TST EM AGRAVO DO ART. 557, § 1º, DO CPC. CABIMENTO<br />
São cabíveis Embargos para a SDI contra decisão de Turma proferida em Agravo interposto de decisão monocrática do relator, baseada no art. 557, § 1º, do CPC”.</p>
<p>Com a alteração ela ficou da seguinte forma:</p>
<p>“EMBARGOS À SDI CONTRA DECISÃO DE TURMA DO TST EM AGRAVO DO ART. 557, § 1º-A, DO CPC. CABIMENTO<br />
São cabíveis Embargos para a SDI contra decisão de Turma proferida em Agravo interposto de decisão monocrática do relator, baseada no art. 557, § 1º-A, do CPC”.</p>
<p>Já a Súmula 353, que terá o texto da OJ 293 incorporado como letra “f”, tem atualmente o seguinte teor:</p>
<p>“EMBARGOS. AGRAVO. CABIMENTO<br />
Não cabem embargos para a Seção de Dissídios Individuais de decisão de Turma proferida em agravo, salvo:<br />
a) da decisão que não conhece de agravo de instrumento ou de agravo pela ausência de pressupostos extrínsecos;<br />
b) da decisão que nega provimento a agravo contra decisão monocrática do Relator, em que se proclamou a ausência de pressupostos extrínsecos de agravo de instrumento;<br />
c) para revisão dos pressupostos extrínsecos de admissibilidade do recurso de revista, cuja ausência haja sido declarada originariamente pela Turma no julgamento do agravo;<br />
d) para impugnar o conhecimento de agravo de instrumento;<br />
e) para impugnar a imposição de multas previstas no art. 538, parágrafo único, do CPC, ou no art. 557, § 2º, do CPC”.</p>
<p>Essa decisão terá validade após sua publicação no Diário Eletrônico do Tribunal Superior do Trabalho.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;">Fonte: <a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;p_cod_noticia=11506">TST</a><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/163/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=163&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Stock Options e ausência de natureza salarial. Jurisprudência.</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/18/stock-options-e-ausencia-de-natureza-salarial-jurisprudencia/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 11:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Stock options]]></category>

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		<description><![CDATA[Stock options constituem um regime de compra ou subscrição de ações, que permite aos empregados a aquisição dos títulos por um determinado preço ajustado previamente. Se o valor da ação é elevado e, por isso, ultrapassa o preço inicialmente pago, o empregado obtém lucro, podendo, de imediato, realizá-lo mediante venda ou reter os títulos e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=157&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em><span id="tx">Stock options</span></em><span id="tx"> constituem um regime de compra ou subscrição de ações, que permite aos empregados a aquisição dos títulos por um determinado preço ajustado previamente. Se o valor da ação é elevado e, por isso, ultrapassa o preço inicialmente pago, o empregado obtém lucro, podendo, de imediato, realizá-lo mediante venda ou reter os títulos e tornar-se um empregado acionista. Regra geral, as <em>stock options</em> não assumem natureza salarial, coforme evidencia o precedente abaixo do Tribunal Superior do Trabalho:</span></div>
<blockquote>
<div> </div>
<div><strong>G</strong><strong>anhos com ações da empresa não configuram salário indireto</strong></div>
<p><span id="tx1">Os ganhos com a compra de ações oferecidas pela empresa a preços abaixo do mercado não configuram, necessariamente, uma forma de salário indireto. Com esse entendimento, a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou (não conheceu) recurso de ex-gerente regional da Alcoa Alumínio S.A., que pretendia integrar esses ganhos à sua remuneração mensal para cálculo de verbas rescisórias.</span> </p>
<p>Com essa decisão, a Sexta Turma manteve julgamento do Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região (SP) desfavorável ao trabalhador. De acordo com a inicial, era concedido, anualmente, aos diretores e gerentes da Alcoa brasileira, o direito de adquirir, por um preço reduzido, ações da Alcoa americana.</p>
<p>Para o Tribunal Regional, se o gerente “achou interessante a proposta (era apenas uma opção) e comprou as ações para posterior revenda, claro está que não foram dadas a ele como ‘plus’ salarial, podendo vir a importar até mesmo em perda, conforme o resultado das ações no mercado, que é de alto risco.”</p>
<p>O TRT não levou em conta a alegação do gerente de que existia um documento e a confissão do preposto da empresa dando caráter salarial aos ganhos com ações. Isso porque o “documento informações personalizadas” trataria de “generalidade dos ganhos possíveis, o que em nada atinge (nem poderia) a conceituação legal do quanto é, ou não, ‘salário’”.</p>
<p>Da mesma forma, a declaração do preposto não influiria na natureza jurídica de cada verba paga durante o contrato de trabalho. “De todo insubsistente e, portanto, inútil, eventual declaração de que não haveria risco de perda na futura venda de ações: o risco é da essência desse mercado&#8230; Não houve, portanto, nenhuma ‘confissão’.</p>
<p>Inconformado o trabalhador recorreu ao TST. O ministro Mauricio Godinho Delgado, relator na Sexta Turma, informou que a venda das ações pela empresa, “regra geral, são parcelas econômicas vinculadas ao risco empresarial e aos lucros e resultados do empreendimento. Nesta medida, melhor se enquadram na categoria não remuneratória da participação em lucros e resultados (art. 7º, XI, da CF) do que no conceito, ainda que amplo, de salário ou remuneração”.</p>
<p>De acordo ainda com o ministro, seria inviável para o TST o exame do documento “informações personalizadas” e a suposta confissão do preposto da empresa de que não há perda de dinheiro com as ações, pois iria contra o que determina a Súmula 126 do TST, que proíbe o reexame de provas nessa fase do processo. (RR &#8211; 134100-97.2000.5.02.0069)  &#8211; Fonte: TST.</p></blockquote>
<p> <br />
Sobre o tema, há artigo de autoria da <a href="http://www.calvo.pro.br/artigos/stock_options.htm">Professora Adriana Calvo</a>, que analisa o instituto de forma detalhada e para onde remetemos o leitor.</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito-do-trabalho/'>Direito do Trabalho</a>, <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/stock-options/'>Stock options</a> Tagged: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/tag/stock-options/'>Stock options</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/157/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=157&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Vista adia julgamento de recurso que discute pagamento de FGTS a ex-servidor com contrato nulo</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/17/vista-adia-julgamento-de-recurso-que-discute-pagamento-de-fgts-a-ex-servidor-com-contrato-nulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 00:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedido de vista formulado pelo ministro Joaquim Barbosa suspendeu nesta quarta-feira (17) o julgamento, pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), do Recurso Extraordinário (RE) 596478, em que se discute se contrato mantido pelo Poder Público com trabalhador não concursado e declarado nulo gera, para o empregado, o direito de receber, além do pagamento das horas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=150&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=165937"></a>Pedido de vista formulado pelo ministro Joaquim Barbosa suspendeu nesta quarta-feira (17) o julgamento, pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), do Recurso Extraordinário (RE) 596478, em que se discute se contrato mantido pelo Poder Público com trabalhador não concursado e declarado nulo gera, para o empregado, o direito de receber, além do pagamento das horas trabalhadas, também o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>
<p>O RE foi interposto pelo estado de Roraima contra acórdão (decisão colegiada) da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que reafirmou jurisprudência daquela Corte trabalhista para assegurar ao servidor público contratado após a promulgação da Constituição Federal (CF) de 1988, sem prévia aprovação em concurso público, o recebimento dos valores referentes aos depósitos do FGTS. Com isso, deu ganho de causa à servidora que reclamava esse direito.</p>
<p>Em 11 de setembro do ano passado, o Plenário do STF reconheceu a existência de repercussão geral na questão constitucional suscitada no processo.</p>
<p><strong>Alegações</strong></p>
<p>Roraima – e todos os demais estados brasileiros, além do Distrito Federal, admitidos no processo como <em>amici curiae</em> (amigos da corte) – alega que “a contratação de empregados por órgãos da Administração Pública, após o advento da Constituição Federal de 1988 e sem prévia aprovação em concurso público, não gera efeitos trabalhistas, por confrontar com o artigo 37, inciso II, da CF, sendo considerada nula de pleno direito, salvo quanto ao pagamento equivalente aos salários dos dias efetivamente trabalhados”.</p>
<p>Sustenta, ainda, a impossibilidade de aplicação retroativa do artigo 19-A da Medida Provisória (MP) 2.164-41/2001, que modificou o artigo 9º da Lei 8.036/1990 para acrescentar ao pagamento das horas trabalhadas também o pagamento do depósito do FGTS na conta vinculada do trabalhador, em contrato de trabalho que seja declarado nulo nas hipóteses previstas no artigo 37, parágrafo 2º, da CF (prevê a nulidade absoluta de contratos de trabalho no serviço público sem prévio concurso).</p>
<p><strong>Votos</strong></p>
<p>No momento do pedido de vista, as ministras Ellen Gracie, relatora do Recurso Extraordinário, e Cármen Lúcia Antunes Rocha haviam dado provimento ao recurso do estado de Roraima, enquanto os ministros José Antonio Dias Toffoli, que abriu a divergência em relação ao voto da relatora, Gilmar Mendes e Carlos Ayres Britto lhe negaram provimento.</p>
<p>Em sua decisão, a ministra Ellen Gracie baseou-se na jurisprudência vigente na Suprema Corte, segundo a qual, nos casos de nulidade do contrato de trabalho, o Poder Público deve proceder ao pagamento  apenas das horas trabalhadas. Esse entendimento, vigente há décadas, conforme lembrou a ministra, contraria a Súmula 363 do TST, que entende o contrário e que serviu de base para a Primeira Turma daquela Corte dar ganho de causa à ex-servidora do estado.</p>
<p>Ao dar provimento ao recurso de Roraima, a ministra Ellen Gracie declarou a inconstitucionalidade do artigo 19-A da MP 2164-41/2001, acrescentado ao artigo 9º da Lei 8.036/90, por entender que ele viola o disposto no artigo 37, inciso II, parágrafo 2º, da CF.</p>
<p><strong>Divergência</strong></p>
<p>O ministro Dias Toffoli abriu a divergência, manifestando entendimento no sentido de que o artigo 19-A da MP 2.164 não conflita com o artigo 37, inciso II, parágrafo 2º. Segundo ele, não se pretende abolir a obrigatoriedade de concurso público. Até pelo contrário, ao prever maiores ônus – com a inclusão do FGTS nas obrigações indenizatórias em contratos nulos –, está-se justamente desestimulando o Poder Público a realizar contratações irregulares.</p>
<p>Entretanto, como ressaltou, a declaração de nulidade não excluiu o fato de que o contrato de trabalho existiu. Em acordo com essa tese, o ministro Gilmar Mendes disse que a declaração de inconstitucionalidade do artigo 19-A da MP 2.164 acabaria onerando a parte mais fraca da relação trabalhista, o empregado.</p>
<p>Ele lembrou que há ex-empregados do Poder Público cujos contratos foram declarados nulos, mas que já estão até aposentados. Assim, no seu entender, levar às últimas consequências a jurisprudência até agora preponderante no STF seria cometer grandes injustiças e acabaria, ainda, incentivando o enriquecimento do Estado em detrimento do antigo contratado.</p>
<p>Os dois ministros e, também, o ministro Carlos Ayres Britto, que acompanhou o voto divergente, defenderam uma mudança na jurisprudência da Suprema Corte sobre o assunto. Eles invocaram outros princípios constitucionais na fundamentação do seus votos, como os artigos 1º, inciso IV da CF, que inclui entre os fundamentos do Estado democrático brasileiro os valores sociais do trabalho e da livres iniciativa; 170, que dispõe sobre a ordem econômica, fundada na valorização do trabalho e da livre iniciativa, e o artigo 193, segundo qual “a ordem social tem como base o primado do trabalho, e como objetivo o bem-estar e a justiça social”.</p>
<p>O ministro Carlos Ayres Britto lembrou que há conceituações diversas para a natureza do FGTS, que tem sua origem no plano da iniciativa privada. Mas disse que o objetivo básico do fundo é ser uma compensação pela perda da estabilidade do trabalhador da iniciativa privada.</p>
<p>Contraditando seu argumento, a ministra Cármen Lúcia, que acompanhou o voto da relatora, disse que “jamais haverá estabilidade de servidor não concursado”. Segundo ela, o pagamento apenas das horas trabalhadas, no caso da nulidade em discussão, garante o princípio da dignidade da pessoa humana, e não há, neste caso, enriquecimento ilícito do Estado.</p>
<p>Ainda em favor do seu voto, o ministro Ayres Britto  lembrou que a própria Constituição Federal admitiu uma solução heterodoxa no artigo 19 do Ato das  Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), ao declarar estáveis servidores com vínculo funcional de mais de cinco anos, que ingressaram no serviço público sem concurso.</p>
<p>Ao participar dessa discussão, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, disse que não se trata de negar a nulidade. O que ocorre, segundo acentuou, é que cabe afirmar que a nulidade gera efeitos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=165937">Supremo Tribunal Federal</a><br />
Nossa opinião sobre o tema pode ser lida <a href="http://alexandresl.wordpress.com/2010/03/13/os-efeitos-da-contratacao-de-trabalhadores-pela-administracao-sem-a-aprovacao-em-concurso-publico-um-necessario-reexame-do-tema/">aqui</a>.</p>
<br />Filed under: <a href='http://alexandresl.wordpress.com/category/direito/'>Direito</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexandresl.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexandresl.wordpress.com/150/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=150&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>1º Congresso de Advogados Trabalhistas do Pará</title>
		<link>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/06/1%c2%ba-congresso-de-advogados-trabalhistas-do-para/</link>
		<comments>http://alexandresl.wordpress.com/2010/11/06/1%c2%ba-congresso-de-advogados-trabalhistas-do-para/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 14:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Simões Lindoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>

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		<description><![CDATA[Programação • Inscrições • Informações • Home Page Programação Dia 11/11 (quinta-feira) 08h00 – Credenciamento. 10h00 – Sessão solene de abertura. 10h30 – Conferência de abertura – O Advogado e a Construção do Direito do Trabalho no Brasil. Conferencista: Rider Nogueira de Brito (ex-ministro presidente do TST &#8211; PA) 14h00 – Trabalho dos Fluviários. Palestrante: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexandresl.wordpress.com&amp;blog=10214461&amp;post=141&amp;subd=alexandresl&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Programação • Inscrições • Informações • Home Page<br />
Programação<br />
Dia 11/11 (quinta-feira)</p>
<p>08h00 – Credenciamento.<br />
10h00 – Sessão solene de abertura.<br />
10h30 – Conferência de abertura – O Advogado e a Construção do Direito do Trabalho no Brasil.<br />
Conferencista: Rider Nogueira de Brito (ex-ministro presidente do TST &#8211; PA)<br />
14h00 – Trabalho dos Fluviários.<br />
Palestrante: Douglas Bernardes Wayss (PR)<br />
15h00 – Painel – Negociação Coletiva: Dificuldades, Limites e Possibilidades.<br />
Expositores: Oswaldo Miquelluzi (SC) e José Maria Quadros de Alencar (Desembargador do TRT &#8211; 8ª Região)<br />
16h30 – Intervalo.<br />
17h00 – Conferência – Os Aspectos Processuais dos Recursos Junto ao Tribunal Superior do trabalho.<br />
Conferencista: Indalécio Gomes Neto (ex-ministro do TST &#8211; PR)</p>
<p>Dia 12/11 (sexta-feira)</p>
<p>09h00 – Reunião da ATEP.<br />
14h30 – Painel – Sistema de Quotas nas Empresas (Estatuto da Igualdade Racial)<br />
Expositores: Luis Carlos Moro (SP) e José Claudio Monteiro de Brito Filho (ex-procurador regional do trabalho &#8211; PA)<br />
15h30 – Painel – Trabalho Escravo.<br />
Expositores: Paulo de Tarso Dias Klautau Filho (professor &#8211; PA) e Hideraldo Luiz de Souza Machado (Procurador do Trabalho da 8ª Região)<br />
16h30 – Recurso de Revista e Recurso de Embargos.<br />
Palestrante: Alexandre Simões Lindoso (DF)<br />
17h30 – Conferência de encerramento – Relação de Trabalho e Dano Moral.<br />
Conferencista: Walmir Oliveira da Costa (ministro do TST &#8211; DF)<br />
18h30 – Coquetel de encerramento.</p>
<p>Valor do investimento:</p>
<p>Profissionais:  R$ 200,00<br />
Associados:     R$ 100,00<br />
Estudantes:      R$ 50,00</p>
<p>Carga horária: 50 horas</p>
<p>Mais informações em http://www.conatep.com.br/informacoes.html</p>
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